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Retrospectiva: William A. Wellman move o céu e a guerra

Retrospectiva: William A. Wellman move o céu e a guerra
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A Cinemateca Francesa relança os filmes do primeiro cineasta a ganhar um Oscar de Melhor Filme, por "Asas", em 1929. Uma obra eclética, de faroestes a dramas sociais, marcada por um estilo ousado e realista e uma maestria de ação ininterrupta.
"O Suicídio Alegre", de William A. Wellman. (Cinemateca Francesa)

Aos cineastas aprendizes cuja carreira prolífica os deixou sonhando – mais de 75 filmes trabalhando em quase todos os gêneros (westerns, dramas sociais, filmes de guerra, etc.), uma ninharia – William A. Wellman nunca deu mais do que um conselho, pontificado erudito que claramente não era seu estilo: "Aprenda a viver primeiro antes de estudar direção". A vida antes do cinema, para melhor infundi-la. Quase um princípio renoiriano, mesmo que para o americano, restaurar a energia vital, com uma preocupação raramente igualada pela verdade, suponha injetá-la com sua cota de experiências e aventuras, como aqueles escritores de aventuras como Jack London (de quem ele também adaptaria O Chamado da Selva). Na verdade, ele teria vivido mil vidas antes de ser tomado pelo demônio do cinema. Sendo da geração dos pioneiros, o próprio cinema era um cinema de aventuras.

Nascido na mesma época desta arte incipiente e pouco antes do primeiro avião motorizado (suas duas paixões), Wellman (1896-1975) é da mesma laia dos instintivos e rebeldes Mavericks

Libération

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